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![]() ![]() "Não consigo em silencio, meu lamento adiar!"
Aceita agora a minha pobre solidariedade Que ouso humilde manifestar-te, finalmente Após tão vil e devastadora maldade ! Nestas palavras, sem qualquer vaidade Tento expressar com gesto e lealmente O que me despertou nesta vil realidade! Comparo um pouco a minha à tua sorte Numa luta sem tréguas a vencer dia a dia Somos seres humanos de frágeis portes! Em pranto desabafamos a nossa dor forte! E, se acaso admitires eu te faço companhia Sofro sem merecer pelos que não têm sorte! Não consigo em silencio, meu lamento adiar Quanto desejo ver grande mudança de valia Neste país que o bom Deus nos deu pra morar! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 18/03/2019
Alterado em 18/03/2019 Comentários
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