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![]() ![]() "No entardecer os doentes sofrem mais!"
Agora entardecendo vejo a Lua Mesmo não havendo brisa nenhuma É ainda momento de brincar na rua No banco da praça o coitado fuma! Porém as árvores continuam no chão Em todas as folhas há um quê tristonho Como em nosso coração a sensação Tendo a ilusão de viver grandes sonhos! No entardecer os doentes sofrem mais Assim somos nós como não devíamos ser Aqueles reclamam os dias sempre iguais! Por que Deus, que há tanta beleza na Lua E a imperfeição atinge mais o nosso ser? Uns matam jovens sem serem marginais! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 14/10/2019
Alterado em 14/10/2019 Comentários
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