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![]() ![]() "Deixá-lo quase tonto ofegante de calor!" Desejo sentir-te tal qual ferro em brasa A lambuzar meu corpo de tanto amor Adentrá-lo tanto igual em Água rasa Deixá-lo quase tonto ofegante de calor! Desejo ser-te morada eterna de delícias Amar-te violenta e terna e sem pudor Abrir-me para teu corpo ereto sem malícia Tudo que quero é usufruir do teu amor! Desejo este destino talvez ainda incerto Mas, tento empurra-te para o meu leito Não quero mais apenas ficar por perto Ainda ter o prazer de descobrir teu jeito! Possuindo-me na Relva numa cama improvisada A olharmos unidos pro Céu em Noite enluarada! ![]() Bela interação do nobre poeta CasMil, a qual muito me lisonjeia:
Soneto de amor quente
Que prazer faz sentir O calor que se sente É difícil de medir! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 05/04/2020
Alterado em 05/04/2020 Comentários
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