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![]() ![]() "Coração que nega ser ausente!" Pelo pouco que me reconheço Não sei se lembro ou me esqueço Tudo que sou e que um dia já fui Nem digo que o Sangue é espesso! Mas, sei que em mim agora ainda flui Carrego nas mãos tão impotentes Rugas profundas calos de vida Deformações ocorrem no presente! E um coração que nega ser ausente Bate dentro de mim agradecida Já não sei se minha história agrada! Se alguma vez foi de glória contida À sombra do que já fui Alma alada Resta de mim, agora sem saída! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 14/03/2021
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