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![]() ![]() "Desposa a Chuva da Terra sustento!" À Noite solitário é o Vento Enquanto todos apagam a luz Aos que dormem ao relento Ninguém a um abrigo os conduz! Fecham as janelas daqueles olhos Os olhos do pobre tentam dormir Meio dia ainda cheios de abrolhos Igual ave ferida deve se sentir! Ao pisar em incorpórea música Vento corrige erros do firmamento Varre cena nunca antes lúdica! Sente-se tão poderoso o Vento Ao deter- se em mil tormento Desposa a Chuva da Terra sustento! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 14/08/2021
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