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"Augusta liberdade, gostam todos"
O teu dedo e o meu, ainda bobos, Dedilham-te e o eu… Tremores vêm! Augusta liberdade, gostam todos! Dedando o dedilhável enquanto têm!
Em V dardejam dois. São ágeis lobos! Dividem dor e ardor, pois lhes convém. Dedilhos que intumescem nossos globos. O dedilhar que apraz a nós, meu bem!
Lambeis o meu, tu ris, sobe rubor! Pondes- me a provar o teu amor. Dedamos e olvidamos é normal!
Eu lambo o teu dedo! E que sabor! Se pensas que é pecado, é irreal, Pois dedos que têm mel não fazem mal! Maria Augusta da Silva Caliari
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 19/08/2024
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