
"Natureza viva nada contesta"
Tal qual um errante que se refugia,
Na ousadia da Natureza em festa.
Por trás dos morros a fantasia,
Mas lá encontrei a porta aberta!
Fazia frio! Fui entrando com alegria.
Não era o agora que vivera nesta.
Rompendo a dor que lá já existia.
Natureza viva nada contesta!
Não mostraste tiquim de fantasia.
E eu saí, como quem em tudo tropeça.
Madeira grossa ostentas à revelia!
Mesmo que, de ti só deixem a raiz fria,
Teu trono vira tábua ,móveis à beça.
A mesa que te sentas ao meio-dia!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 13/12/2025