
"Refrescas o Sol sem ter rituais"
Invisível gigante que passa,
Sem corpo, sem rastro, sem mão,
Tu levas no sopro a fumaça
E moves a voz do sertão!
Tu és o Senhor da folhagem,
O mestre que rege o pomar,
Levando em eterna viagem
O cheiro de Terra e de Mar.
Esculpes as dunas da areia,
Empurras o barco no cais,
Teu canto no mundo passeia,
Livre como os vendavais.
Espalhas a Vida e as sementes,
Refrescas o Sol sem ter rituais!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 22/01/2026
Alterado em 22/01/2026