
"Espinho, que a Alma cultiva"
Deixei que as águas levassem o peso,
Do que foi dito em momento de dor,
Não guardo o nó, nem me sinto preso,
Aos velhos laços que perderam a cor.
O peito livre, no Agora aceso,
Descobre a Paz de um novo louvor!
Mágoa é Espinho que a Alma cultiva,
Um solo seco onde nada floresce,
Prefiro a estrada que se faz viva,
No esquecimento que a Paz merece.
A Luz que chega, serena e altiva,
É o perdão que o destino tece!
Não há barreira, muro ou grade,
Desejo o Bem pra quem já partiu,
Viver sem mágoa é ter a Liberdade,
De ver o Sol que o rancor encobriu.
No rancho limpo da minha verdade,
O Amor é o único som que se ouviu!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 19/02/2026