
"Um Cordel descompassado"
No Sertão, onde a secura reina,
Sob o Sol que bate, implacável e forte.
A Terra seca, rachada, sem vida,
Onde o Vento sussurra, um lamento triste
E as árvores mirram, sem folhas nem flor.
Esperança some, como um sonho distante!
A secura do sertão, um peso que oprime.
Alma dos que vivem, num sofrimento constante.
Onde a Água é Ouro, e a Chuva, um milagre
As Noites são longas, sem Estrelas nem luar
Solidão é uma companheira fiel.
A saudade é um peso, que não se pode deixar!
No sertão, onde a secura é rainha
A vida é dura, e a Morte, uma sombra.
Onde o homem luta, por um pedaço de terra
A Natureza é cruel, sem piedade nem amor
As lembranças são, um tesouro guardado
A secura, um flagelo, que não se pode esquecer!
A secura do sertão, um tema que inspira,
A poesia e a música, num lamento triste.
Onde a Alma se expressa, num grito de dor.
A palavra é um refúgio, para a Alma ferida,
A secura, um desafio, que se deve enfrentar.
A Vida, um milagre, que se deve preservar!
No sertão, onde a secura é uma realidade,
A esperança é um Luxo, que se não pode ter.
Onde a Vida é precária, e a Morte, uma certeza.
A secura, um inimigo, que se deve combater.
A água, um tesouro, que se deve preservar.
A Terra, um Patrimônio, que se deve respeitar!
A secura do sertão, um desafio que se impõe,
Aos que vivem, num sofrimento constante.
Onde a vida é dura, e a morte, uma sombra,
Secura, um flagelo, que não se pode esquecer
A Alma, um refúgio, que se deve preservar.
A Palavra, um luxo, que se deve aproveitar!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 09/03/2026