
"Pessoas que gestam"
As polêmicas nas reuniões para determinarem diretrizes a favor do crescimento do país, estão a cada dia mais escassas lá em cima, pois a maioria dos que Lá estão, só se preocupam com a grana,inclusive oriundas das famigeradas Emendas e o status que o posto lhes proporciona.
A frase mencionada refere-se a uma fala da deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP), que utilizou a expressão "pessoas que gestam" durante debates na Câmara dos Deputados, gerando ampla repercussão e críticas de parlamentares e setores conservadores.
A deputada Erika Hilton utiliza o termo "pessoas que gestam" para incluir, além das mulheres cisgênero, homens trans e pessoas não binárias que possuem a capacidade biológica de engravidar. Em uma de suas falas marcantes no Parlamento, ela afirmou:
"Mulheres, meninas e pessoas que gestam neste país merecem ser respeitadas. "Pessoas que gestam, goste a senhora ou não",afirma Hilton.
A Repercussão e Críticas
O uso dessa terminologia em substituição ou complemento à palavra "mãe" ou "mulher" motivou debates intensos:
Oposição Parlamentar: Deputadas como Julia Zanatta (PL-SC) e a senadora Margareth Buzetti (PSD-MT) criticaram o termo, argumentando que ele "apaga" a identidade feminina e a figura da mãe.
Reação de Mães: Nas redes sociais, diversas mulheres e influenciadoras reagiram com desabafos, afirmando: "Não sou uma pessoa que gesta, sou mulher e sou mãe", defendendo que a maternidade vai além de um processo biológico neutro.
Comissão da Mulher: A polêmica se intensificou em março de 2026, quando Erika Hilton foi eleita para presidir a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher na Câmara, o que gerou novos questionamentos sobre representatividade biológica e identidade de gênero no colegiado.
Defesa do Termo
Erika Hilton e seus apoiadores defendem que o termo é uma questão de saúde pública e direitos humanos, visando garantir que as leis e políticas de saúde alcancem todos os corpos que podem engravidar, sem excluir identidades de gênero diversas.
Que todos os corpos que podem engravidar?
Mesmo, as pessoas mais incultas sabem que a gestação é obra da Natureza Feminina e requer a união sexual entre um homem e uma mulher,ainda que uma trans que se diz masculino possa ser pai,pois carrega toda a carga para esse fim!
Contudo,o que essa gente apregoa não tem cabimento,pois
nem todos os corpos podem engravidar,mesmo femininos devido as características biológicas específica que o ato requer independentemente, da identidade de gênero da pessoa.
Para que uma gravidez ocorra de forma natural, o corpo precisa ter um sistema reprodutor feminino funcional, o que inclui: útero: O órgão onde o embrião se desenvolve.
Ovários: Responsáveis pela produção de óvulos.
Tubas uterinas: Onde ocorre a fecundação.
Equilíbrio hormonal: Níveis adequados de estrogênio e progesterona.
Mesmo assim, estão todos caladinhos com essa fulana lá em cima desmerecendo a Casa, que já está desmoralizada há tempo,não é vero?
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 21/03/2026