

"Discrepância Social"
Enquanto Uns brindam em taças de cristal,
Rindo do Alto de suas mansões douradas,
O Povo padece no Abismo social,
Vivendo de Restos e Vidas negadas.
O Luxo insulta a Dor nacional,
Nas Noites frias de calçadas gelada!
Não há mais paciência que possa calar,
O estômago vazio que ronca de dor.
Cansamos de ver o progresso passar,
Sem Nunca sentir o seu real valor.
A ordem do Mundo precisa mudar,
Pois cansa ser Servo de falso senhor!
A fúria que nasce no peito oprimido,
Não quer a esmola que cai desse altar.
Exige o direito que foi esquecido,
O pão e a justiça em cada lugar.
O grito do povo não foi contido,
E as Velhas Correntes vão todas Quebrar!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 21/04/2026