
"Prato vazio, preço elevado
Peito calado, rosto avermelhado,
Do Sol que queima a Pele do trabalhador.
O Chão de poeira o Corpo cansado.
Não tiram o Brilho de quem é lutador!
O Prato vazio, o Preço elevado,
O Grito sufocado no Peito com dor.
Mas o Povo ergue o Punho fechado,
Buscando a Justiça com Fé e amor!
A Esperança teima em não morrer,
Nasce no rRso de cada Criança,
Na Força que faz a Rotina vencer.
O Amanhã virá como uma Dança,
Pois onde o Povo decide crescer,
A própria Terra renova a aliança!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 05/06/2026