
"Profunda e vaga mágoa"
Um Mal que não se vê, nem causa febre,
Silencioso, consome a nossa Essência
Onde a alegria perde a sua excelência,
E a própria luz do Dia se Esmaece!
A Alma chora o pranto que adoece,
Perdida em sua própria Escura ausência,
Carregando o peso e a impaciência,
De uma Dor que não cessa e que recresce!
Não há remédio posto em sã farmácia,
Que cure esta profunda e vaga mágoa,
Que seca o Coração tal qual a relva!
É preciso enfrentar a própria névoa
Bebendo a Luz em meio a tanta água,
E devolver à Vida a sua graça!
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 24/06/2026