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"sopro forte do rigor invernal"
O Vento açoita o galho desnudado,
A Névoa cobre o Vale com seu véu,
O Frio gela o chão avermelhado!
O cinza escuro toma conta do Céu.
A gente busca o fogo e o agasalho,
A Noite chega cedo no quintal!
O Mundo acorda sob o Branco orvalho.
No sopro Forte do rigor Invernal!
Divinal, mega poeta Jacó Filho
Meus termômetros são os ossos,
Que medem o frio com dor...
Quero sair mas não posso,
Preso pelo cobertor...
Enviado por Maria Augusta da Silva Caliari em 26/06/2026
Alterado em 27/06/2026