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18/08/2018 16h28
"As causas do esgotamento emocional!"

 



 



"As causas do esgotamento emocional!"



O esgotamento emocional se origina porque há um desequilíbrio entre o que damos e o que recebemos. Aqueles que são vítimas disso dão tudo o que podem de si mesmos, seja no trabalho, em casa, no relacionamento ou em qualquer área.



Em geral, isso ocorre em áreas onde há uma grande exigência, que por sua vez, aparentemente, exige grandes sacrifícios. Por exemplo, em um trabalho onde há um alto risco de demissão. Ou em uma casa cujos membros estão cheios de problemas e exigem atenção. Também quando temos um relacionamento conflituoso ou com sérias dificuldades.



O comum é que a pessoa exausta não tenha tempo para si mesma. Tampouco recebe reconhecimento, carinho ou consideração suficiente. Espera-se que ela se “renda” o tempo todo. Como se não tivesse necessidades, ou como se fosse mais forte que o resto e pudesse aguentar tudo.



Publicado por Maria Augusta da Silva Caliari em 18/08/2018 às 16h28
 
14/08/2018 22h59
"Tales de Mileto: Tudo Começa na Água!"

"Tales de Mileto: Tudo Começa na Água!"

 

Tales - É considerado o primeiro filósofo de que se tem notícia, inaugurando a linhagem filosófica dos pré-socráticos

Tales - É considerado o primeiro filósofo de que se tem notícia, inaugurando a linhagem filosófica dos pré-socráticos.

Segundo a tradição clássica da filosofia ocidental, o primeiro teórico a formular um pensamento mais sistemático fundado em bases racionais foi o grego Tales (cerca de 625 a.C. – 558 a.C.).

Sendo o fundador dessa nova forma de pensar, ele é considerado o primeiro filósofo de que se tem notícia, inaugurando a linhagem filosófica dos pré-socráticos (filósofos que vieram antes de Sócrates).

Nascido na cidade de Mileto, uma colônia grega na região da Jônia (atual Turquia), Tales foi matemático, astrônomo e negociante.

Herdeiro de conhecimentos ainda mais antigos — como a matemática egípcia e a astronomia babilônica ,Tales era tido em sua cidade como um sábio, mas também como um homem prático. 

Conta-se que, utilizando suas habilidades, soube prosperar como um hábil mercador.

O que sabemos sobre as ideias desse filósofo resulta de comentários feitos pelos pensadores gregos que o sucederam, pois não há preservados registros escritos de sua autoria.

As principais referências que temos a seu respeito vêm do filósofo Aristóteles.

Tales inaugurou na filosofia a corrente dos pensadores “físicos”: filósofos que buscavam entender e explicar a origem da physis — palavra grega traduzida como natureza, mas cujo significado engloba também a ideia de origem, movimento e transformação de todas as coisas.

Segundo Tales, a origem de todas as coisas estava no elemento água: quando densa, transformaria-se em terra; quando aquecida, viraria vapor que, ao se resfriar, retornaria ao estado líquido, garantindo assim a continuidade do ciclo.

Nesse eterno movimento, aos poucos novas formas de vida e evolução iriam se desenvolvendo, originando todas as coisas existentes.

Lançando um olhar crítico, tornam-se evidentes as brechas neste raciocínio. Por exemplo, o que dá início a este movimento e o que o mantém? Como um único elemento, a água, poderia se transformar em outra coisa?

Essas falhas, que aos olhos científicos de hoje são evidentes, eram vistas de outra forma na época.

Vale lembrar que no momento em que as ideias de Tales foram criadas, os pensamentos racional e filosófico ainda eram bastante povoados por elementos mágicos e mitológicos.

Portanto, para um grego antigo, a ideia de que uma coisa simples como a água pudesse se transformar em outra coisa não era absurda.

O grande mérito de Tales, na verdade, não foi a sua explicação aquática da realidade: foi o fato de que, pela primeira vez na história, o homem buscava uma explicação totalmente racional para o seu mundo, deixando de lado a interferência dos deuses.


Tales pode ser tido também como o pai da filosofia unitarista — que busca a explicação de todas as coisas a partir de um único princípio (no caso dele, a água) — e que teria seu maior expoente na figura de Heráclito de Éfeso.

A partir de sua teoria, diversos filósofos pré-socráticos buscaram seus próprios caminhos para explicar a physis.

Tales, Anaximandro e Anaxímenes formaram o trio da chamada Escola de Mileto e ficaram conhecidos como os physiologoi (estudiosos da physis).

Era o início da filosofia e do esforço humano em compreender o espetáculo da existência a partir da racionalidade.

Pesquisa  na Internet via Google.


Publicado por Maria Augusta da Silva Caliari em 14/08/2018 às 22h59
 
14/08/2018 22h41
"A Raça dos Homens de Ouro!"

"A  Raça dos Homens de Ouro!"

Pandora foi quem iniciou a degradação da Humanidade.

Para Explicá-la, Hesíodo indroduz o mito das Cinco Eras.

No mito das Eras, as raças parecem suceder-se segundo uma ordem de decadência progressiva e regular.

De início, a humanidade gozava de uma vida paradisíaca, muito próxima da dos deuses, mas, se foi degenerando e decaindo até atingir a Era ou Idade do Ferro, em que o poeta lamenta viver, pois nesta tudo é maldade: até a Vergonha e a Justiça abandonaram a Terra.

Cada uma das Idades está “aparentada” com um metal, cujo nome toma e cuja hierarquia se ordena do mais ao menos precioso, do superior ao inferior: Ouro, Prata, Bronze, Ferro.

O que surpreende é que Hesíodo tenha intercalado entre as duas últimas mais uma: – a Era dos Heróis, que não possui correspondente metálico algum.

Há os que procuram explicar o fato por uma preocupação historicista, já que o poeta sabia que antes dele tinham vivido homens e heróis notáveis, que se imortalizaram em Tróia e em Tebas.

 

Era de Ouro dos Homens

Era de Ouro dos Homens

Se queres, com outra estória esta encimarei; bem e sabiamente lança-a em teu peito! (Como da mesma origem nasceram deuses e homens.)

Primeiro de ouro a raça dos homens mortais criaram os imortais, que mantêm olímpicas moradas. Eram do tempo de Cronos, quando no céu este reinava; como deuses viviam, tendo despreocupado coração, apartados, longe de penas e misérias; nem temível velhice lhes pesava, sempre iguais nos pés e nas mãos, alegravam-se em festins, os males todos afastados, morriam como por sono tomados; todos os bens eram para eles: espontânea a terra nutri fruto trazia abundante e generoso e eles, contentes, tranquilos nutriam-se de seus pródigos bens. Mas depois que a terra a esta raça cobriu eles são, por desígnios do poderoso Zeus, gênios corajosos, cônicos, curadores dos homens mortais.

(Eles então vigiam decisões e obras malsãs, vestidos de ar vagam onipresentes pela terra) E dão riquezas: foi este o seu privilégio real.  (HESÍODO)

Os homens mortais da idade de ouro foram criados pelos próprios imortais do Olimpo, durante o reinado de Cronos.

Viviam como deuses e como reis, tranquilos e em paz.

O trabalho não existia, porque a terra, espontaneamente,  produzia tudo para eles.

Sua raça denomina-se de ouro, porque é o simbolo da realeza.

Jamais envelheciam e sua morte assemelhava-se a um sono profundo.

Após deixarem esta vida, recebiam o privilégio real, tornando-se intermediários na terra entre os deuses e seus irmãos viventes.

Esses grandes intermediários, assumem em “outra vida” as duas funções que, segundo a concepção mágico-religios, definem a virtude benéfica de um bom rei: como guardiães dos homens, velam pela observância da justiça e, como dispensadores de riquezas, favorecem a fecundidade do solo e dos rebanhos.

Curioso é que Hesíodo emprega as mesmas expressões, que definem os “reis” da Era de Ouro, para qualificar os “reis” justos do seu século.

Os homens da Era de Ouro vivem como deuses; os reis justos do tempo do poeta, quando avançam pela assembléia e, por meio de suas palavras mansas e sábias, fazem cessar o descomedimento, são saudados como um deus.

E assim como a terra, à época da Era de Ouro, era fecunda e generosa, igualmente a cidade, sob o governo de um rei justo, floresce em prosperidade sem limites.

Ao contrário, o rei que não respeita o que simboliza seu cetro, afastando-se do caminho, transforma a cidade em destruição, calamidade e fome.

É que, por ordem de Zeus, trinta mil imortais invisíveis vigiam a piedade e a justiça dos reis.

Nenhum deles, que se tenha desviado, desixará de ser castigado, mais cedo ou mais tarde.


Publicado por Maria Augusta da Silva Caliari em 14/08/2018 às 22h41
 
12/08/2018 23h18
"A Raça de Homens de Prata!"

"A Raça de Homens de Prata!"

 

 

Era de Prata dos Homens

"A Raça de Prata dos Homens!'

Então uma segunda raça bem inferior criaram, argêntea, os que detêm olímpica morada; à áurea, nem por talhe nem por espírito, semelhante; mas por cem anos filho junto à mãe cuidadosa crescia, menino grande, em sua casa brincando, e quando cresciam e atingiam o limiar da adolescência pouco tempo viviam padecendo horríveis dores por insensatez; pois louco Excesso não podiam conter em si, nem aos imortais queriam servir nem sacrificar aos venturosos em sagradas aras, lei entre os homens segundo o costume. Então Zeus encolerizado os escondeu porque honra não davam aos ditosos deuses que o Olimpo detêm. Depois também esta raça sob a terra ele ocultou e são chamados hipotônicos, venturosos pelos mortais, segundos, mas ainda assim honra os acompanha.

Foram mais uma vez, os deuses os criadores da raça de prata, que é também um metal precioso, mas inferior ao ouro.

Os homens da idade de prata mantêm-se afastados tanto na guerra, quanto dos labores campestres.

Os “reis” da raça de prata se negam a oferecer sacrifícios aos deuses e a reconhecer a soberania de Zeus.

Exterminados por Zeus, os homens da raça de prata, recebem, no entanto, após o castigo, honras menores é verdade, mas análogas às tributadas aos homens da Era de Ouro: tornam-se intermediários entre os deuses e os homens, mas agindo de baixo para cima, na outra vida.

Além do mais, os mortais da raça argêntea apresentam fortes analogias com os Titãs: o mesmo caráter, a mesma função, o mesmo destino.

Orgulhosos e prepotentes, mutilam a seu pai Urano e disputamcom Zeus o poder sobre o universo.

Os Titãs têm por vocação, o poder.

Face a Zeus, todavia, que representa para Hesíodo a soberania da ordem, aqueles simbolizam o mando e a arrogância da desordem.

De um lado, portanto, estão Zeus e os homens da Era de Ouro, projeções do rei justo; de outro, os Titãs e os homens da Era de prata, símbolos de seu contrário.

Na realidade, o que se encontra no relato das duas primeiras eras é a estrutura mesma dos mitos hesiódicos da soberania.

Pesquisa na Internet via Google.


Publicado por Maria Augusta da Silva Caliari em 12/08/2018 às 23h18
 
12/08/2018 23h12
"A raça dos Homens de Bronze!"

"A raça dos Homens de Bronze!"

 

A Era dos homens de Bronze

"A  Raça dos Homens de  Bronze!"

E Zeus Pai, terceira, outra raça de homens mortais brônzea criou em nada se assemelhando à argêntea; era do freixo, terrível e forte, e lhe importavam de Ares obras gementes e violências; nenhum trigo eles comiam e de aço tinham resistente o coração; inacessíveis: grande a sua força e braços invencíveis dos ombros nasciam sobre as robustas partes. Deles, brônzeas as armas e brônzeas as casas, com bronze trabalhavam: negro ferro não havia. E por suas próprias mãos tendo sucumbido desceram ao úmido palácio do gélido Hades; anônimos; a morte, por assombrosos que fossem, pegou-os negra. Deixaram, do sol, a luz brilhante.

Os homens da raça de bronze, consoante Hesíodo, foram criados por Zeus, mas sua matriz são os símbolos da guerra.

Trata-se aqui da violência bélica, que caracteriza o comportamento do homem na guerra.

Assim, do plano religioso e jurídico se passou às manifestações da força bruta e do terror.

 Já não mais se cogita de justiça, do justo ou do injusto, ou de culto aos deuses.

 Os homens da Era de bronze pertencem a uma raça que não come pão, quer dizer, são de uma era que não se ocupa com o trabalho da terra.

Não são aniquilados por Zeus, mas sucumbem na guerra, uns sob os golpes dos outros, domados “por seus próprios braços”, isto é, por sua própria força física.

O próprio epíteto da era a que pertencem esses homens violentos tem um sentido simbólico.

Ares, o deus da guerra, é chamado por Homero na Ilíada, “de bronze”.

No pensamento grego, o bronze, pelas virtudes que lhe são atribuídas, está vinculado ao poder que ocultam as armas defensivas: couraça, escudo e capacete.

Se o brilho metálico do bronze reluzente infunde terror ao inimigo, o som do bronze entrechocado, essa voz, que revela a natureza de um metal animado e vivente, rechaça os sortilégios dos adversários.

A par das armas defensivas, existe uma ofensiva também estreitamente ligada à indole e à origem dos guerreiros da Era do Bronze.

 Trata-se da lança ou dardo confeccionado de madeira especial.

Melíades

Melíades

 As ninfas melíades, nascidas do sangue de Urano, estão intimamente unidas a essas árvores “de guerra” que se erguem até o céu como lanças, além de se associarem no mito a seres sobrenaturais que encarnam a figura do guerreiro.

Na Teogonia o poeta “gerou os grandes Gigantes de armas faiscantes (porque eram de bronze), que têm em suas mãos compridas lanças (de freixo) e as ninfas que se chamam Méliadas”.

Assim entre a lança, atributo militar, e o cetro, atributo real da justiça e a paz, há uma diferença grande de valor e de nível.

A lança há que submeter-se ao cetro.

Quando isso não acontece, quando essa hierarquia é quebrada, normalmente para o guerreiro, a violência dele se apodera, por estar voltado inteiramente para a lança.

Filhos da lança, indiferentes aos deuses, os homens da raça de bronze, como os Gigantes, após a morte, foram lançados no Hades por Zeus, onde se dissiparam no anonimato da morte.

Pesquisa  na Internet via Google.


Publicado por Maria Augusta da Silva Caliari em 12/08/2018 às 23h12



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